Considerando a diversidade e qualidade do acervo do Museu Regional da Horta, concebe-se como um museu de carácter histórico, com uma vocação de âmbito regional em matéria de política de aquisições, conservação e investigação.
Onde
Palácio do Colégio - Largo Duque D'Avila e Bolama Horta GPS: N 38º 32' 33.46'' ,W 28º 37' 38.14'' (Ver Mapa)
O Museu Regional da Horta como uma organização cultural de comunicação, procura o desenvolvimento de um trabalho estruturado por forma a dar resposta à sua missão: a recolha e conservação, a investigação, a exposição, a difusão da imagem, a publicação, e o relacionamento com outras instituições.
Repositório de um património de valor simbólico, o Museu da Horta é formado por um conjunto heterogéneo de colecções, abrangendo um vasto campo disciplinar. Resultante de depósitos públicos e privados, doações e aquisições, e compreendendo um período cronológico que vai do séc. XVI à actualidade, o acervo distribui-se pelas seguintes colecções, de forma genérica: etnografia, objectos e engenhos ligados a antigos ofícios e às tecnologias tradicionais agrícola, do linho, da lã e cerâmica; objectos tecnológicos, relacionados com a história do Porto da Horta, como com as estações cabo-telegráficas que entre o século XIX a XX operaram neste centro nevrálgico de comunicações do Atlântico Norte; arte sacra; artes plásticas; documentos fotográficos; documentos impressos e manuscritos; exemplares de história natural, mineralogia e geologia.
Para além do espólio descrito, é de realçar uma colecção única no mundo executada em miolo de figueira, que o integra desde 1980, e que consiste em peças feitas à escala naquela matéria, e que na sua globalidade dizem respeito a modelos de embarcações marítimas, incluso modelos que retratam a evolução histórica da navegação. Sendo esta uma produção de um único autor, Euclides Rosa, foi iniciada por volta de 1936, e demorou dez anos a ser executada.