June 12, 2021 to June 13, 2021

Serralves abre portas a visitas orientadas a duas exposições

Museu de Serralves - Porto
R. Dom João de Castro, 349Museu de Serralves
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No próximo fim de semana, Serralves abre portas a duas visitas orientadas às exposições:

Manoel de Oliveira Fotógrafo, por Susana Lourenço Marques

Para uma Timeline a Haver, por Elisa Worm e Susana Otero

No contexto das restrições de segurança, a lotação será limitada.

 Manoel de Oliveira Fotógrafo, dia 12 de junho às 17h00

Visita orientada por Susana Lourenço Marques, designer, curadora, investigadora e professora na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

As mais de cem fotografias que agora se apresentam nesta exposição são, sem dúvida, uma das grandes surpresas que o arquivo pessoal de Manoel de Oliveira, integralmente depositado em Serralves, reservava. Produzidas entre o final dos anos 1930 e meados dos anos 1950, estas imagens, guardadas durante várias décadas e na sua maioria inéditas, revelam não só uma faceta desconhecida de Oliveira – a sua atividade enquanto fotógrafo –, como abrem igualmente novas perspetivas sobre a evolução da sua obra cinematográfica.

Susana Lourenço Marques é autora de vasta investigação na área da história da fotografia em Portugal e fundou, em 2014, a editora Pierrot le Fou, na qual mantém regular atividade editorial.

Para uma Timeline a Haver, dia 13 de jumho às 16h00

Visita orientada pela coreógrafa e bailarina Elisa Worm em diálogo com a coreógrafa Susana Otero, Diretora do Ballet Contemporâneo do Norte.

A exposição Para uma timeline a haver, inaugurada no âmbito da 6ª edição do Festival DDD – Dias da Dança e com autoria da investigadora Ana Bigotte Vieira e dos artistas João dos Santos Martins e Carlos Manuel Oliveira, investiga o desenvolvimento e a disseminação da dança como prática artística em Portugal, nos séculos XX e XXI. Relaciona eventos de matriz social, política, cultural, biográfica e artística, possibilitando uma leitura comparada e contribuindo para criar alguma familiaridade com obras, autores, cânones, corporalidades, épocas e mundividências, ao mesmo tempo que os interroga estética e politicamente.

Elisa Worm iniciou a sua formação em dança clássica aos 15 anos. Bailarina do extinto Ballet Gulbenkian, foi diretora do Conservatório Nacional de Dança durante seis anos. Funda, em 1978, a primeira Companhia de Dança portuguesa independente, o "Dança Grupo”, ativo durante 12 anos. Em 1995, funda o Ballet Contemporâneo do Norte, ativo ainda hoje com direção artística de Susana Otero. Reformada na profissão mas não nos seus ideais, continua ativa no meio das Artes através do seu trabalho na Companhia Maior, companhia de teatro, e em colaboração com projetos artísticos.

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Published 08/06/2021

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