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Alcanena é uma vila sede de concelho situada no Ribatejo. Segundo historiadores, a origem da vila de Alcanena remonta à ocupação árabe da Península, da qual herdou, para além da toponímia, a fixação e o desenvolvimento dos trabalhos de curtimento de peles.
O concelho de Alcanena é hoje acima de tudo um território caracterizado pela actividade industrial de curtumes, que é a sua principal base económica, logo seguida da indústria têxtil que, com raízes históricas na freguesia de Minde, assume igualmente um importante papel na economia local e regional.
A maior parte do concelho está inserido no Parque Natural da Serra de Aires e Candeeiros, na zona de transição entre o Maciço Calcário Estremenho e a Bacia Terciária do Tejo, permitindo bonitas e singulares paisagens, mágicas grutas e interessantes cursos de água subterrâneos. Aqui, encaixa-se a Bacia Hidrográfica do Rio Alviela, a mais importante nascente cársica do país.
Terra de ideais republicanos, desenvolveu-se sobretudo no século XIX com a indústria de curtumes, merecendo destaque as Igrejas de Monsanto (século XVIII) e da Louriceira (século XVI), todo o complexo das Nascentes do Alviela (Praia Fluvial, Centro de Interpretação, Parque Campismo, etc…), a Mata de Minde, as Grutas e os diversos miradouros naturais da zona.
A Gastronomia da zona tem as suas raízes Ribatejanas e Serranas, com relevo para os queijos da serra de Aire, o mel de alecrim e rosmaninho, a famosa morcela de arroz, o cabrito assado, a carne-de-vinha-d’alhos, e claro, a doçaria típica feita com os produtos da região, como os bolinhos de amêndoa, as broas de mel e o arroz doce.
No artesanto, destacam-se, claro, produtos em pele, as mantas e almofadas de retalhos, as famosas mantas de Minde, os bonecos de trapos e variados trabalhos em bunho.

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