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A edificação do castelo de Castelo Branco é atribuída aos Templários, por volta do ano 1220, que receberam estas terras de D. Afonso Henriques, depois da sua reconquista aos árabes, esta fortaleza integrou a chamada «linha defensiva do Tejo», de que faziam parte o Castelo de Almourol, o Castelo de Monsanto, o Castelo de Pombal, o Castelo de Tomar e o Castelo do Zêzere.
No século XVI, Castelo Branco tinha a configuração de uma povoação-fortaleza, em que até a igreja matriz é situada no recinto do castelo e ao longo dos anos foi várias vezes danificada pelos ataques castelhanos e até nas invasões francesas.

Esta igreja foi quase destruída pelos castelhananos, após a revolução de 1640, depois viriam a incendia-la em 1704, para voltar a ser praticamente destruída pelos soldados de Junot, durante a primeira invasão francesa.

Estes ataques arruinaram também o sistema defensivo de Castelo Branco, tanto na Guerra das Restauração, como na Guerra da Sucessão Espanhola, na Guerra dos Sete Anos, e ainda durante nas invasões francesas.

O período que se seguiu às invasões francesas agravou o processo destrutivo para as construções defensivas, uma vez que os poderes públicos autorizaram a população a retirar pedras das muralhas para a construção de habitações.

Este processo de destruição foi ajudado pela natureza, já no século XX, com desabamentos devidos a tempestades que assolaram a região. Desde 1940 a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, realizou várias obras de recuperação, mas que há quem considere, terem alterado as características do monumento.

O castelo foi edificado sobre uma planta pentagonal, com cinco torres, a Torre de Menagem ou dos Templários, está bastante arruinada, e da cerca medieval, restam alguns troços de muralha, a chamada Porta dos Pelames e a Torre do Relógio.

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