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A vila bem Ribatejana da Golegã, sede de município, situa-se na lezíria atravessada pelos Rios Tejo e Almonda, numa área privilegiada pela natureza.
Diversos estudos denotam a presença humana nesta região desde tempos impensáveis, devido às facilidades de comunicação, aos seus solos férteis e às comodidades naturais, para abrigos e locomoção.
Mas falar da Golegã é falar de cavalos e da grande Feira Nacional a eles dedicada, com origens que remontam ao século XVI. Anualmente, pelo dia 11 de Novembro, dia de São Martinho, acontece a Feira Nacional do Cavalo, com milhares de entusiastas equestres e muitos criadores para apreciar os melhores exemplares de cavalos de Portugal.
A Golegã possui igualmente um rico património histórico, social, patrimonial e artístico, sendo uma vila tradicional, orgulhosa do seu legado Ribatejano. De destacar é a sua bonita Igreja Matriz, séculos XV e XVI, com um magnífico portal manuelino ou a Igreja de Nossa Senhora dos Anjos e a Capela de Santo António. Zona de importante tradição senhorial, e de criação de cavalos, possui bonitas e históricas Quintas, como a da Cardiga, dignas de registo. Igualmente interessante é a Casa-Estúdio Carlos Relvas ou o Museu de Pintura e Escultura Martins Correia, com uma rica colecção de arte moderna.
Bem perto situa-se a Reserva Natural do Paúl do Boquilobo, compreendendo 529 hectares, que alberga a maior colónia de garças da Península Ibérica.

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