Grutas de Mira de Aire

8.3

Descobertas em 1947, foram as primeiras a ser descobertas nesta região tão rica neste tipo de património, parte importante do Parque Natural da Serra de Aires e Candeeiros, situadas bem no coração do Maciço Calcário Estremenho.
A Entrada está a 200m de altura, chegando no interior a atingir 180 metros de profundidade.
A formação destas Grutas remonta há mais de 150 milhões de anos, na Idade Média Jurássica, altura em que os dinossáurios habitavam esta região, como ainda hoje se pode constatar no Monumento às Pegadas de Dinossáurios, aqui perto.
As Grutas possuem um sistema de iluminação e som próprio ao ambiente em que se inserem, oferecendo ao visitante uma rota pelo mundo das estalactites, por entre salas, galerias e cursos de água, como a Sala Vermelha, a Sala Grande, a Joalharia, a Cúpula majestosa, a Galeria, o Rio Negro e o Grande Lago, onde diversas e caricatas formações calcárias surgem a desafiar a imaginação dos visitantes, com nomes também sugestivos: a Alforreca, os Pequenos Lagos, o Marciano, a Boca do Inferno, o Orgão…
No final, observa-se ainda o grande espectáculo final da Água, da luz e do som.

Nota: A última entrada é feita 30 minutos antes da hora de encerramento.
 

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