Igreja de São Vicente de Sousa

5.2

A Igreja de São Vicente de Sousa, classificada como Monumento Nacional desde 1977, integra o percurso turístico-cultural da Rota do Românico.
Esta Igreja conserva duas inscrições da época românica. A inscrição comemorativa da Dedicação da Igreja está gravada na face externa da parede da nave, à direita do portal lateral norte. Assegura que a Igreja foi sagrada em 1214. A outra inscrição data de 1162. É uma inscrição funerária ou comemorativa da construção de um arcossólio, aberto na face exterior da parede sul da capela-mor.
A Igreja de São Vicente de Sousa, classificada como Monumento Nacional desde 1977, integra o percurso turístico-cultural da Rota do Românico.  Esta Igreja conserva, no exterior, duas inscrições: uma, de função funerária, data de 1162 e assinala a construção de um arcossólio [túmulo embutido]; a outra, gravada em 1214, comemora a Dedicação da Igreja [início do culto]. A Igreja é constituída por uma única nave e por uma capela-mor retangular, aumentada na Época Moderna [séculos XVII-XVIII]. Na fachada principal abre-se o portal românico, inserido em estrutura pentagonal saliente à fachada, para que o pórtico possa ser mais extenso e impressionante do ponto de vista simbólico. As fachadas laterais terminam em pequenos arcos sobre cachorros lisos, como se verifica noutras igrejas românicas do território do Tâmega e Sousa. Na fachada sul, a meia altura da parede externa, corre um lacrimal sobre mísulas, elementos que indiciam a antiga presença de um alpendre ou claustro [pátio interior de um mosteiro]. Da Época Moderna salienta-se o conjunto de talha e pintura, com temas alusivos à vida de São Vicente, de São José e aos Mistérios do Rosário. As pinturas do teto da capela-mor foram efetuadas, em 1693, por Manuel Freitas Padrão, um dos fundadores da Irmandade de São Lucas de Guimarães.

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