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Paço de Arcos é uma vila pertencente ao concelho de Oeiras, que no passado século, sofreu um nítido crescimento urbano que lhe moldou as suas características mais rurais e mormente piscatórias.
De facto, ao longo dos anos, Paço de Arcos subsistiu especialmente dos solos férteis e pequenas hortas, e do que a foz do rio Tejo e o magnânime oceano atlântico forneciam. A existência dos fornos da cal, com a exploração de pedreiras, foram igualmente fundamentais para o desenvolvimento da freguesia, especialmente a partir do século XIX.

A Praia foi considerada em meados do século XX como uma das praias de luxo da zona de Lisboa, a par de outras da linha, seguindo a elegante Avenida Marginal até Cascais, contando pois com um riquíssimo património de graciosas casas senhoriais por entre ruas arborizadas e pequenas áreas ajardinadas.
Segundo algumas fontes, o topónimo “Paço de Arcos” virá de um dos principais monumentos da Vila: o Palácio dos Arcos, construído no século XV, que terá pertencido aos condes de Alcáçovas, rezando a tradição que, da varanda deste solar, o Rei D. Manuel I assistia à partida das naus para a Índia.

A vila de Paço de Arcos possui um bonito e restaurado centro histórico, com uma boa oferta de restauração, e muitos outros monumentos dignos de registo, como Igreja de Nossa Senhora das Dores, o Palácio Flor da Murta, o Solar da Quinta do Jardim, e diversas fortificações, que defenderam durante anos a costa portuguesa e a estratégica entrada em Lisboa através do Rio Tejo, como o Forte de S. Bruno, Forte da Giribita, o Forte de São Pedro (em ruínas) ou o Forte das Maias.

Hoje Paço de Arcos é, acima de tudo, uma Vila dedicada ao comércio e serviços, com alguns parques empresariais, onde estão sedeadas importantes empresas nacionais e internacionais, sem nunca perder o seu charme de vila pacata e acolhedora.

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