7.8

Situada junto da fronteira com Espanha e de origem muito antiga, foi um reduto fortificado pelos romanos e pelos árabes.

Seria, posteriormente, sobre estas ruínas que D. Afonso Henriques mandaria construir o castelo. D. Sancho II atribui-lhe, em 1229, foral. Existiu como concelho até 1855, altura em que foi anexada ao concelho de Idanha-a-Nova. Das regalias municipais de outros tempos, conserva como testemunho, o pelourinho pois, do seu castelo e fortaleza já nada existe.

Relativamente à actividade económica da vila, encontram-se documentos alusivos à exploração mineira (volfrâmio, chumbo, estanho e ouro) mas actualmente esta indústria deu lugar à pastorícia, agricultura de subsistência e ao comércio.

À semelhança de Monfortinho, Salvaterra do Extremo tem como padroeira Nossa Senhora da Consolação e na 2ª feira de Páscoa e desde 1905 realiza o tradicional bodo, festa de abundância e alegria, em sequência de uma promessa ancestral.

Toda esta freguesia tem um encanto especial. As pessoas são afáveis e hospitaleiras, pelas ruas encontramos pequenas maravilhas como: a casa dos Sardões, o poço em forma de meia lua, a Casa da Câmara e a torre sineira, as casas típicas de xisto, as cegonhas no campanário e as interessantes pocilgas de granito em forma cilíndrica.

Não perca ainda a oportunidade de efectuar um passeio pedestre pelas fragas do Erges e pela calçada romana próxima da praia fluvial e das azenhas.

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