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A Sé é uma das construções mais antigas de Viseu. Não se sabe ao certo quando se terá iniciado a sua construção. As referências mais antigas datam de 1094-1114, período de governo do Conde D. Henrique, que a terá mandado construir, ou então iniciou obras de reforma da catedral. As características românicas, que hoje apresenta, datarão dessa altura.
A torre do relógio é românico-gótica, a fachada central e a torre dos sinos são maneiristas do séc. XVII-XVIII (autor-arquitecto de Salamanca, J. Moreno). Esta fachada substituiu uma fachada manuelina que existiu até 1635.
Na interior da Sé encontramos as colunas encimadas por arcos ogivais, que suportam a abóbada dos nós do séc. XVI (autor João de Castilho).
Os claustros inferiores da Sé datam do séc. XVI; os claustros superiores datam do séc. XVIII. Os vários portais do claustro inferior são românico-góticos.
Os azulejos do claustro da Sé são dos fins do séc. XVI, início do séc. XVII e também merecem alguma atenção.
No andar superior da Sé, existe o Museu de Arte Sacra, que é constituído pelo antigo tesouro da Sé e está localizado em dependências dos claustros, nas salas nobres do Cabido, lugar onde terão sido as casas de S. Teotónio, prior da Sé.
Destes cofres de Limoges do séc. XIII, imagens, cruzes, hostiários, relicários e inúmeras peças de ouro e prata constituem o valioso património deste museu.

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