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No extremo sudoeste da ilha de São Miguel dos Açores, encontramos o lugar da Ferraria. Integrado no Pico Monumento Natural Regional de Camarinhas e Ponta da Ferraria. Composta de vários estrutura de grande valor paisagístico e científico origem vulcânica, este evento geológico precede o povoamento da ilha de São Miguel e teve origem em uma erupção estromboliana que construiu um cone de cinzas e produziu um fluxo de lava. A lava desceu o penhasco para o mar e construiu uma fajã lava.

A entrada deste lava atual para o mar, gerou uma explosão freática, que por sua vez criou uma estrutura específica em forma de cone vulcânico, encimado por uma cratera. Não sendo uma cratera comum, porque não está associada a uma chaminé vulcânica cuja profundidade seria magma, esta cratera está cientificamente designada pseudocratera e é considerado por sua singularidade e beleza, um Geomonumento preservar.

Mas, além de sua beleza e interesse científico, o lugar da Ferraria é outra grande riqueza: as suas duas fontes de águas termais de origem vulcânica.
As qualidades terapêuticas das águas termais da Ferraria levou a esta quase se tornou um local de culto.

As Termas de Ferraria datam de meados do século XX, mas as qualidades da sua água já eram referidas quatro séculos antes por Gaspar Frutuoso na obra 'Miss Terra'. Considerado único no mundo, devido à existência de spa de água salgada com um alto teor de enxofre, as águas da Ferraria, e curar reumatismo e neurite, também são usados para tratar doenças de outros fóruns.

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