8.6

Vila bem Alentejana, sede de Concelho, situada entre Évora e Beja, desempenhou sempre um papel defensivo estratégico, com um curioso nome inicial, a denunciar a vizinhança geográfica: “Viana a par d’Alvito”.
Com vestígios remotos de ocupação humana, tem várias influências e legados da época da ocupação Romana, e terá sido muito danificada por altura das ocupações Muçulmanas, tendo sido repovoada no século XIII.
As suas fontes de água naturais foram motivo de fixação de habitantes ao longo dos séculos, combatendo as planícies secas da região, transformando os campos em redor da vila em hortas e quintas e dotando as pitorescas ruas de Viana do Alentejo com diversos chafarizes.
Rodeada por belas paisagens, Viana do Alentejo é também única pela riqueza, beleza e diversidade do seu património, que quase parece ser um mostruário de épocas e estilos, como atestam o Castelo e a bonita Igreja Matriz, ou o Convento de N. Sr.ª. da Piedade ou de São Francisco (século XVI), a bonita Igreja da Misericórdia, as Ermidas de São Sebastião e de São Vicente, o que resta do Convento de Jesus (fundado por várias senhoras solteiras e viúvas, em 1548), a Igreja de São Vicente, em Alcáçovas, ou mesmo o Santuário Nossa Senhora D' Aires, a cerca de 2km do centro histórico de Viana, atraindo peregrinos desde 1743, e um dos principais palcos das festas em honra de Nossa Senhora de Aires, celebradas em Setembro.
Célebre é o artesanato da região, com a famosa olaria e os tradicionais chocalhos, existindo mesmo percursos e cursos de olaria ao dispor de todos os visitantes, e um interessante Museu dos Chocalhos em Alcáçovas.

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