A (nova) “História da Energia” oferece vários desafios, desde medir a sua pegada carbónica até conhecer o primeiro carro elétrico que chegou a Portugal em 1975.
Do desenvolvimento da máquina a vapor ao desafio da descarbonização e ao papel das energias renováveis, uma linha do tempo leva os visitantes numa viagem que começa 100.000 anos A.C. com o controlo e a utilização do fogo e que vai até ao ano 2050, meta do Acordo de Paris para manter a temperatura média global abaixo dos 2ºC em relação aos níveis pré-industriais e prosseguir esforços parra limitar esse aumento a 1,5ºC. Uma narrativa que é contada através de conteúdos diversificados como suportes audiovisuais, quizzes, fun facts e experiências hands-on.
Do desenvolvimento da máquina a vapor ao desafio da descarbonização e ao papel das energias renováveis, uma linha do tempo leva os visitantes numa viagem que começa 100.000 anos A.C. com o controlo e a utilização do fogo e que vai até ao ano 2050, meta do Acordo de Paris para manter a temperatura média global abaixo dos 2ºC em relação aos níveis pré-industriais e prosseguir esforços para limitar esse aumento a 1,5ºC. Uma narrativa que é contada através de conteúdos diversificados como suportes audiovisuais, quizzes, fun facts e experiências hands-on.
Num segundo momento, os visitantes são confrontados com uma mensagem clara: para combater as alterações climáticas é urgente substituir o consumo de energias fósseis por energias renováveis. Por isso, são desafiados a fazer um percurso pela origem, a forma e a escala de cada uma destas fontes: energia hídrica, dos oceanos, da biomassa, geotérmica, solar e eólica.
Chegados ao centro da revolução energética, a questão que se impõe: de que forma podemos alterar os nossos hábitos de consumo de energia, de maneira a eliminar a nossa dependência dos combustíveis fósseis? Aqui é possível pedalar numa bicicleta elétrica, explorar os sistemas de carregamento elétrico, conhecer o Enfield 8000, o primeiro carro elétrico que chegou a Portugal em 1975, e interagir com uma consola que permite medir a pegada carbónica do nosso dia-a-dia.
Na etapa final, é mostrado o mundo do futuro que se está a construir hoje: mais renovável, eficiente e sustentável. Novos combustíveis verdes, ferrovia totalmente elétrica, redes inteligentes, condução autónoma elétrica, edifícios com gestão de energia eficiente. Várias entidades estão já a trabalhar para desenvolver soluções, sendo a EDP uma delas, pelo que aqui são todos convidados a conhecer os projetos sociais que a EDP está a desenvolver em diversas geografias com o compromisso de promover uma transição energética justa e inclusiva.
“Com este novo espaço, propomos uma imersão na história da energia, com um foco claro naquela que é a visão e ambição da EDP de um futuro mais sustentável e inclusivo. Queremos assim convidar os visitantes do MAAT Central, de todas as idades, a juntarem-se a esta reflexão acerca do nosso futuro coletivo e a descobrirem de que forma é que cada um de nós pode contribuir para um amanhã melhor para as futuras gerações”, detalha Vera Pinto Pereira, presidente da Fundação EDP.
O novo espaço dispõe ainda de uma área de exploração livre para os mais jovens que, através de experiências simples e lúdicas, poderão adquirir alguns conhecimentos científicos sobre, por exemplo, geradores e motores de energia, campos magnéticos, condutores de eletricidade e energias renováveis.
Este novo espaço, que ganha o nome de “A história da energia” enriquece o conteúdo museológico e científico do MAAT Central, antiga fábrica construída no início do século XX e que abasteceu de eletricidade toda a região de Lisboa. A par desta vertente tecnológica de base industrial, a o MAAT Central acolhe também exposições de arte contemporânea no âmbito da programação regular do MAAT.