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Castelo de Marialva

Marialva já devia ser fortificada quando em 1063, o rei de Leão, Fernando Magno, a conquistou aos muçulmanos, que ocupavam esta região depois dos visigodos e também dos romanos, em cuja época Marialva integrava uma importante via romana.

 

Com independência portuguesa, D. Afonso Henriques, incentivou o repovoamento da povoação, que se encontrava praticamente abandonada, tendo procedido também, provavelmente, à melhoria das suas defesas.

 

Estas melhorias seriam continuadas por D. Sancho I, que também ampliou as muralhas de protecção da vila, todavia no reinado de D. Dinis, que em 1286 instituiu uma feira mensal, a povoação já se estendia para fora da zona fortificada.

 

D. Afonso V, por volta de 1440, concedeu a Marialva o título de condado, tornando-se no primeiro Conde de Marialva, D. Vasco Fernandes Coutinho.

 

O castelo teve diversas intervenções na sua estrutura, nomeadamente no reinado de D. Manuel I e de D. Sebastião, cuja intervenção e atestada por uma inscrição na muralha, referindo a data de 1559.

 

Com o atentado a D. José I, em 1758, e a acusação do marquês de Távora, que nessa altura era alcaide de Marialva, a fortificação foi abandonada, deixando de haver habitantes dentro dos muros da povoação,

 

Classificado como Monumento Nacional, beneficiou de obras de recuperação e beneficiação a cargo do IPPC. Neste conjunto histórico para além do castelo com a Torre de Menagem, inclui-se o pelourinho, a cisterna, a alcáçova e duas igrejas.

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