Castelo de Castro Marim

6.6

Com provas de ocupação humana desde a idade do bronze, Castro Marim, poderá ter iniciado a sua defesa com um castro, sucessivamente ocupado por fenícios, cartagineses, romanos, vândalos e mouros, até à Reconquista Cristã da Península Ibérica.

As escavações arqueológicas colocam o mais antigo muro defensivo deste local, no século VIII, a. C., fazendo jus à importância estratégica desde lugar, como porta para actividade comercial com os povos do Mediterrâneo.

No reinado de D. Sancho II, forças comandadas pelo mestre da Ordem de Santiago, em 1242, conquistam Castro Marim, que com D. Dinis, por volta de 1279, vê reforçadas as suas defesas.

Pertencendo durante muitos anos à Ordem de Cristo, o Infante D. Henrique, que foi mestre da ordem, terá residido neste castelo, que teve muita importância no período de manutenção das praças portuguesas do Norte de África.

Durante a Guerra da Restauração, da independência portuguesa, depois de 1640, as defesas de Castro Marim foram adaptadas para o uso de artilharia e construídos também os fortes de São Sebastião e de Santo António.

Depois do terramoto de 1755, o rei D. José I mandou recuperar o castelo. Actualmente está classificado como Monumento Nacional, tem vindo ao longo dos anos a ser alvo de, obras de recuperação e de escavações arqueológicas, para cujos achados foi criado um Museu Arqueológico.

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