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Pampilhosa da Serra é uma Vila tipicamente Serrana, sede de município, situada na região Centro do País, caracterizada pela sua paisagem montanhosa, de casas de xisto e paz de espírito, atravessada pelo rio Unhais.

A paisagem é o bem mais precioso desta região serrana, pautada por pinhais, penedos rochosos, profundos vales, diversas grutas e abrigos, e abundantes cursos de água, como se pode observar na impressionante queda de água de 327 metros.

Os vestígios mais remotos da ocupação humana na região remontam ao segundo milénio ou inícios do primeiro milénio antes de Cristo, existindo diversos vestígios arqueológicos do período do Bronze final.

Para além de todo o fantástico Património Natural e Humano, vale a pena conhecer Pampilhosa e a sua Renascentista Igreja Matriz, a Capela da Misericórdia de finais do século XVI, as Capelas de Santo António (século XVI), de São Sebastião (século XVII) e a de São Jerónimo de onde se tem um magnifico panorama de Pampilhosa da Serra, o barroco Solar dos Melos ou a Casa do Arco (século XVI/XVII), o Museu Municipal (e posto de turismo) e a Casa Museu de Carvalho.

A região apresenta locais propícios para o desenvolvimento das mais variadas actividades turísticas, como é o caso das Praias Fluviais de Dornelas do Zêzere e Janeiro de Baixo ou da piscina flutuante na barragem de Santa Luzia.


A Lenda da Parteira de Pampilhosa da Serra
Diz-se que outrora aqui existia uma comunidade Mourisca que uma gruta num sítio chamado "Ponte da Covilhã".
Certo dia, uma mulher Moura encontrou-se em grandes dificuldades no trabalho de parto. O marido, aflito, foi procurar auxílio à povoação, em busca da parteira da região. Algumas pessoas não confiavam nos Mouros e aconselharam-na a não ir porque eles podiam matá-la. A parteira encheu-se de coragem e foi fazer o parto que, por sinal, correu muito bem. Em troca da sua bondade o Mouro deu-lhe quatro pedras de carvão.
A senhora pelo caminho olhou fixamente para as pedras e, não encontrando qualquer uso ou valor nelas, atirou-as para o chão. Pensou melhor e levou duas para casa,e ao chegar atirou-as para trás da lareira. De manhã, quando olhou para a lareira e viu duas pedras de ouro, vestiu-se rapidamente e foi a correr para o local onde tinha deixado as outras duas, mas estas tinham desaparecido.

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