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Coruche, sede de concelho e orgulhosa vila Ribatejana, situada na encosta sobranceira à margem direita do Rio Sorraia, tem presença humana desde tempos remotos, existindo mesmo vestígios de ocupação no Paleolítico.
O concelho de Coruche é considerado um dos mais importantes centros agrícolas do País, com parte da área agrícola formada pela famosa charneca, numa bela e vasta planície.
Com um legado histórico bem rico, é possível observar na região diversas ruínas de tempos de ocupação romana, como os achados das herdades de Mata-Lobos, Mata-Lobinhos, dos Pavões e da Zambaninha, e essencialmente os da Quinta Grande. Aliás, da época romana vêem os latifúndios que geraram importantes centros de exploração agrária, dando origem a importantes aglomerados populacionais em todo o concelho.
Coruche, em pleno Ribatejo, no coração da região de touros e campinos, com tradicionais casas pequenas, de arquitectura popular e as grandes e requintadas casas das quintas e herdades senhoriais, por entre bonitos largos e praças, está rodeada de uma natureza harmoniosa e especial.
A sua gastronomia é verdadeiramente rica, com iguarias como a "sopa de feijão frade do Couço", a "açorda de bacalhau à moda de Coruche", o "cabrito frito", entre muitas outras receitas, não esquecendo a doçaria, com os "bolos fintos de Coruche", as "areias do Sorraia", o "bolo de batata doce do Couço" ou os "bolos brancos".
Diversas actividades de artesanato regional ainda se mantêm hoje em dia, tais como trabalhos em cortiça, em vime, cestaria, olaria, bordados em ponto de cruz, manufactura de fatos de toureiro ou tecelagem, entre tantas outras que bem espelham a tradição coruchense.

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