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Dominguizo é uma pacata freguesia pertencente ao concelho da Covilhã, banhada pelo bonito Rio Zêzere e dona de um interessante património, num local abençoado pela natureza.

As origens da população não estão claramente esclarecidas, tendo-se encontrado vestígios de ocupação Romana e partes de um anterior Castro na “Quinta do Godinho”.
Pensa-se que o grande desenvolvimento do lugar se deu em torno do chamado “Palácio da Viscondessa”, uma bonita casa brasonada, também conhecida por “Casa Neves” ou “Casa dos Castelo Branco“, actualmente está transformada em Instituto Jesus Maria José, onde funciona o infantário do Dominguizo.

De feição rural, têm proliferado em Dominguizo algumas indústrias, nomeadamente do sector têxtil, nos últimos anos, ajudando a uma maior fixação de populações que tendia a diminuir com o grande surto de emigração em décadas passadas.

Dominguizo é conhecida como a “Terra dos Farrapeiros”, muito devido à importância da sua Indústria têxtil, nomeadamente na de reciclagem de trapos. Farrapeiro deriva da palavra Árabe ad-dallal, denominando os negociantes que compram e vendem todo o tipo de material que possa ser reciclado e reutilizado, existindo mesmo na povoação um monumento de estatuária em homenagem a todos os Farrapeiros de Dominguizo.

Vale a pena conhecer a Igreja Matriz do século XVIII, a Capela de São Sebastião de fundação indefinida, o Chafariz Público da Fonte Nova datado de 1931 e a Fonte Velha do século XIX, popularmente conhecida como “Fonte dos Namorados”, de acordo com a lenda que reza que se algum rapaz ou rapariga de outra localidade beber da sua água casar-se-á no Dominguizo.

Muito agradável é a Praia Fluvial do Dominguizo, com paisagens naturais de grande beleza, e local onde por vezes se realizam alguns eventos, reunindo vários visitantes, como um Festival de Rock, entre outras festividades.

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